Como diz o ditado popular “quem não se sente, não é filho de boa gente”. Não se trata de nacionalismo bacoco mas sim de indignação contra a profunda falta de respeito pela cultura de um povo, pela sua História e pelos seus símbolos nacionais. Maitê Proença só revelou uma tamanha ignorância daquilo que disse em relação aos portugueses não teria achado tão grave se tivesse ficado apenas pelos comentários, mas o acto de ‘cuspir’ foi muito degradante!Como figura pública jamais poderia ter comportamentos destes!

O que realmente acontece é que sempre houve e sempre haverá preconceito. Sempre que existir ignorância e intolerância existirá preconceito.
O mais importante é perceber-se que na base de qualquer preconceito contra uma cultura, um povo ou uma raça está sempre a ignorância, e a ignorância, tal como a sabedoria, não tem nacionalidade.
“A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, porém, a estupidez é eterna.” Aristófanes
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