terça-feira, 21 de abril de 2009

"Poluidor-pagador"

Durante uns tempos facilmente se acreditou que era possível o aparecimento em massa de carros ecológicos, eficientes e revolucionários, os chamados veículos de propulsão eléctrica. Infelizmente, isso não passou de uma realidade chamada de virtual, pois um dos motivos que originou este tipo de aparecimento, foi a subida contínua do preço do petróleo.
Agora a realidade é outra. Eu não acredito que nos tempos de hoje, com o contínuo avanço tecnológico, não se tenho descoberto o maior problema com que se debate este tipo de fantasia dos carros ecológicos que são as baterias. Mas sim os nossos queridos governantes, esses sim é que são os verdadeiros culpados, porque eles é que teem o poder real de alterar este tipo de fantasia… Por mais modernos e velozes que os carros possam parecer, a indústria automobilística tem adoptado cada vez mais um pensamento jurássico em relação à protecção do clima. Em vez de dar prioridade às questões das mudanças climáticas e produzir veículos que emitam menos CO2, os fabricantes pensam apenas nos lucros imediatos e no lobby político que têm que fazer para garanti-los. Os activistas estão a alertar sobre a má influência que a indústria está a exercer sobre a política climática da Europa. Até 2012, a emissão de dióxido de carbono, responsável pelo efeito estufa, deve ser reduzida para 130 gramas por quilómetro rodado. Actualmente, a média de CO2 emitida pelos veículos na União Europeia é de 160 gramas por quilómetro. O comissário de Meio Ambiente da UE, pretendia fixar o limite em 120 gramas, marca que poderia ser atingida, fazendo apenas alterações técnicas nos veículos. Mas enquanto isso, fabricantes de carros poluidores como BMW, Mercedes-Benz e Volkswagen continuam livres para produzir carros que trazem altos custos ao planeta.
Assim, actualmente, no nosso País as emissões de CO2 vão contar, e muito, para o cálculo do imposto sobre veículos (ISV) a pagar.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

“ Desenvolvimento vs. Pobreza” - CP

Desde os inícios que o ser humano é um ser egocêntrico, como tal tudo faz para poder ser superior aos demais. Tanta ganância leva-o a desprezar os demais, acentuando cada vez mais o fosso entre ricos e pobres. Não há dúvida que nem todos os seres são assim, pois se assim fosse nem quero imaginar em que mundo vivíamos. Esta desigualdade tem-se acentuado mais nas últimas décadas, em que cada vez mais os nossos governantes tudo fazem para olharem pelas vidas, mas as deles, pois as vidas dos outros continuam a ficar bem lá no fundo. Na minha opinião a situação em que vivemos actualmente a eles lhes devemos. Se estivermos com atenção observamos que todos os políticos e aqueles apelidados de “iluminados” todos falam bem e dizem muitas verdades, mas só quando não estão no poder, porque quando estão o que nos é apresentado na realidade é outra bem diferente. Embora os países ricos sejam os mais afectados com esta crise também é bem verdade que os mais pobres irão viver cada vez mais miseravelmente e em condições cada vez mais desumanas. A realidade é que o financiamento aos países pobres vai acabar, o que levará milhões à pobreza, e isso pode levar a uma ameaça às democracias, a conflitos, pode inclusivamente acabar em guerras. Esta situação, em que nos encontramos também se deve à população em geral, pois estavam todos a viver acima das suas posses. Mas a verdade é que são muitas as situações responsáveis por esta crise, nomeadamente, os grandes grupos financeiros mundiais, grandes multinacionais, a especulação financeira, o capitalismo desenfreado na perspectiva de mais e maiores lucros, enfim são tantos os responsáveis por esta crise em que nos encontramos actualmente.
A minha perspectiva para um futuro melhor é muito negativa, quando especialistas falam que esta crise ainda vai durar pelos menos mais dois anos, o que penso é que será o dobro ou mais… mas se nada fizermos pior será. Por isso penso que deveriam ser tomadas medidas governamentais a nível mundial para regulamentação dos mercados financeiros, haver uma justa repartição da riqueza, haver uma redução de gastos que são excessivos em determinados níveis de gestão designadamente das grandes multinacionais e dos bancos, que, aos níveis actuais conduzirão a disparidades incomportáveis social e economicamente. Individualmente a intervenção possível seria certamente redutora. A minha intervenção poderá ser enquadrada no âmbito de uma intervenção social básica que norteia a minha conduta como a preocupação com os outros mais desfavorecidos. O voluntariado assume principal relevância neste período de crise. Mas uma das coisas mais simples que cada pessoa poderia fazer e que não custa nada, era fazer um boicote ás grandes multinacionais que se aproveitam dos países mais pobres à busca de mão-de-obra barata, na perspectiva de mais e maiores lucros.

A construção do meio ambiente - CLC1

Desde os inícios, o homem tem vindo com a sua acção, destruindo a natureza e o meio ambiente que o rodeia. Por isso, antes de pensarmos na defesa do ambiente devemos pensar em construi-lo novamente, e como? -perguntam vocês.
Não é fácil. Mas mudar atitudes, pensamentos, não é missão impossível. Sim, é verdade que as pessoas não tinham qualquer interesse nos problemas ambientais e apenas se interessavam por aqueles que os afectavam directamente. Mas nos dias de hoje já não é bem assim. Cada vez mais existe uma participação contínua e activa, fruto das campanhas sucedidas nas escolas e não só, prova disso é que existe maior interesse na reciclagem.
A preocupação com o meio ambiente deve fazer parte da vida de cada pessoa para que as
cidades, o mundo, o planeta se tornem lugares mais aprazíveis para viver.
Nós, formandos do curso EFA NS da Escola Secundária de Vila Pouca de Aguiar, no dia 21 de Março 2009 visitámos a RESAT( Recolha de Resíduos Sólidos do Alto Tâmega) no lugar de Boticas. Esta visita acabou por ser bastante importante e informativa quer para nós formandos quer para formadores, pois alguns de nós tínhamos informação errónea acerca da recolha que era feita pelos camiões do lixo. Para quem não sabe, os lixos são recolhidos por camiões que já estão preparados com divisórias e assim se tornar mais fácil a reciclagem. Assim os camiões quando chegam à RESAT são pesados à entrada e à saída para assim poderem ser controlados pelo peso do lixo. Os vários tipos de camiões são assim reencaminhados: uns para a estação de recolha aonde é feita a selecção de lixo reciclável e os outros para o aterro sanitário onde é espalhado por máquinas e coberto com material impermeável para uma decomposição ao longo dos anos.
A ideia com que o grupo ficou e que nos foi transmitida é que para num futuro melhor e mais verde é preciso defender os interesses ambientais, é preciso que cada vez mais façamos reciclagem, e melhorar o ambiente é tão simples: bastava que cada um de nós tenha um trabalho “super árduo” de separar o lixo…


quarta-feira, 15 de abril de 2009

O buraco na camada de Ozono

Outro foco de bastante controvérsia tem sido o buraco na camada de Ozono, aquilo que nos protege dos maléficos raios ultravioletas e outros. Os últimos dados acerca do tamanho daquele tão preocupante buraco, não são menos preocupantes. Está calculado que a área do buraco é, neste momento, da dimensão do... continente europeu. Através de investigações realizadas na Antárctida pelos mais diversos cientistas e ambientalistas, a área de degelo este ano chegará a níveis nunca antes atingidos. Uma coisa é certa: o clima está a aquecer, podendo trazer com ele modificações terríveis para a humanidade. Ao aumentar o nível das águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas; Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas em nosso planeta; Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas; Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas têm sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.

Várias instituiçõesde medição dos níveis CO2


   A medição dos níveis de dióxido de carbono, hoje em dia pode ser feita por qualquer pessoa, desde que tenha um aparelho para o efeito. Contudo existe várias instituições para fazerem tal medição, tais como:

•  A. RAMALHÃO - Consultoria, Gestão e Serviços, Lda

Consultoria em Energia, Ambiente e Higiene e Segurança no Trabalho.

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•  AIA - Estudos e Auditorias de Impacte Ambiental, Lda

Estudos e Auditorias de Impacte Ambiental

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•  AMALGA - Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente

Associação de Municípios Alentejanos para a Gestão do Ambiente

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•  AMBERGO - Estudos e Equipamento de Controlo Ambiental, Lda

Estudos e Equipamento de Controlo Ambiental

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•  AMBIANA - ESTUDOS,CAPTAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS, LDA

Estudos, captação e tratamento de água

•  AMBIPOLIS - TECNICAS AMBIENTAIS, SA

Prestação de serviços

•  CATIM - CENTRO DE APOIO TECNOLÓGICO À INDÚSTRIA METALOMECÂNICA

Apoio tecnológico à indústria

  

É caso para perguntarmos se o tempo estará a ficar louco?

Apesar de muita controvérsia, não se consegue determinar ao certo quais são os motivos concretos que levam a atmosfera a um aquecimento tão gradual. Muitos factores são apontados como responsáveis, como o caso do buraco do Ozono, o efeito de estufa, entre outros. A concentração de dióxido de carbono, metano, chumbo, mercúrio, entre outros nocivos gases, provoca uma "camada" que não deixa sair o calor que entra, criando, assim, um anormal aumento da temperatura.
Antevendo uma semelhante concentração, esta irá aumentar globalmente a temperatura em cerca de dois graus. Não parece muito, mas se vissem as suas consequências diria, certamente, que é uma catástrofe. O aumento da temperatura em dois graus, "só" desencadearia o seguinte: um degelo descontrolado nas calotas polares, indo aumentar as marés. Consequentemente, assistiríamos à inundação das grandes áreas do nosso planeta com catastróficos danos, como se calcula. Por todos estes factores, é necessário o controlo de emissão de gases na atmosfera, não só por estes trágicos efeitos, mas também por outros não menos nefastos para a humanidade. Calcula-se que a permanência mínima desses gases na atmosfera é de cerca - imagine - 100 anos.

O aumento da concentração de poluentes

Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento de concentração de poluentes de origem humana na atmosfera é causa do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos retêm uma parte dessa radiação que seria reflectida para o espaço, em condições normais. Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global.Denomina-se efeito de estufa à absorção, pela atmosfera, de emissões infravermelhas impedindo que as mesmas escapem para o espaço exterior.O efeito de estufa é uma característica da atmosfera terrestre, sem este efeito a temperatura seria muito mais baixa. O desequilíbrio actual acontece porque este efeito está a aumentar progressivamente. Os principais gases causadores do efeito de estufa são o dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) e CFCs (clorofluorcarbonetos). Actualmente as suas concentrações estão a aumentar. A concentração de dióxido de carbono na atmosfera aumenta devido à sua libertação através da indústria, transportes e pela desflorestação (as plantas retiram o dióxido de carbono da atmosfera).A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações meteorológicas em todo o globo desde 1860. Os dados mostram que o aumento médio da temperatura foi de 0.5 ºC durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000.Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas que estão a diminuir, do aumento do nível global dos mares, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo. Maiores períodos de seca, furacões mais intensos e inundações são cada vez mais frequentes.O Protocolo de Quioto visa a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa. Contudo os EUA, o maior poluidor mundial, ainda não assinou esse protocolo.

Aquecimento Global


Todos nós, nas nossas actividades diárias, produzimos um gás chamado de dióxido de carbono (CO2). Este gás, conjuntamente com outros, contribuem para o aumento do aquecimento do planeta.O Aquecimento global é um fenómenos climático de larga extensão, um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos. O significado deste aumento de temperatura é objecto de análise por parte dos cientistas. Causas naturais ou responsabilidade humana?