Durante uns tempos facilmente se acreditou que era possível o aparecimento em massa de carros ecológicos, eficientes e revolucionários, os chamados veículos de propulsão eléctrica. Infelizmente, isso não passou de uma realidade chamada de virtual, pois um dos motivos que originou este tipo de aparecimento, foi a subida contínua do preço do petróleo.Agora a realidade é outra. Eu não acredito que nos tempos de hoje, com o contínuo avanço tecnológico, não se tenho descoberto o maior problema com que se debate este tipo de fantasia dos carros ecológicos que são as baterias. Mas sim os nossos queridos governantes, esses sim é que são os verdadeiros culpados, porque eles é que teem o poder real de alterar este tipo de fantasia… Por mais modernos e velozes que os carros possam parecer, a indústria automobilística tem adoptado cada vez mais um pensamento jurássico em relação à protecção do clima. Em vez de dar prioridade às questões das mudanças climáticas e produzir veículos que emitam menos CO2, os fabricantes pensam apenas nos lucros imediatos e no lobby político que têm que fazer para garanti-los. Os activistas estão a alertar sobre a má influência que a indústria está a exercer sobre a política climática da Europa. Até 2012, a emissão de dióxido de carbono, responsável pelo efeito estufa, deve ser reduzida para 130 gramas por quilómetro rodado. Actualmente, a média de CO2 emitida pelos veículos na União Europeia é de 160 gramas por quilómetro.
O comissário de Meio Ambiente da UE, pretendia fixar o limite em 120 gramas, marca que poderia ser atingida, fazendo apenas alterações técnicas nos veículos. Mas enquanto isso, fabricantes de carros poluidores como BMW, Mercedes-Benz e Volkswagen continuam livres para produzir carros que trazem altos custos ao planeta. Assim, actualmente, no nosso País as emissões de CO2 vão contar, e muito, para o cálculo do imposto sobre veículos (ISV) a pagar.
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