quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Sejam bem vindos a...


Vila Pouca de Aguiar é uma vila portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Alto Trás-os-Montes. O concelho de Vila Pouca de Aguiar é um dos seis municípios que constituem a Região de Turismo do Alto Tâmega e Barroso.

É sede de um município com 432,68 km² de área e subdividido em 18 freguesias. Sendo limitada a norte por Chaves, a leste por Valpaços e Murça, a sul por Alijó, Sabrosa e Vila Real, a oeste por Ribeira de Pena e a noroeste por Boticas.

Por todo o concelho, encontram-se testemunhos da presença humana, desde épocas remotas, que constituem importante património histórico e arqueológico.


Vila Pouca de Aguiar fica situada no coração geográfico do distrito de Vila Real e é rodeada pelas serras do Alvão e da Padrela. Vila antiga, orgulha-se de possuir belas casas, tal como a Casa do Cimo da Rua ou a Casa da Tapa.

No sopé da serra da Padrela, aninhado no cenário verdejante, o pequeno e gracioso santuário de Nossa Senhora da Conceição oferece um belíssimo panorama da vila e das planícies férteis do vale de Aguiar. O castelo de Aguiar (século X), situado perto da pequena aldeia de Telões, preserva pouco mais do que a porta românica e as muralhas exteriores, mas o seu aspecto dominador no cimo da montanha, a comandar vastos horizontes, não deixa nunca de surpreender e impressionar o visitante. É muitas vezes apelidada de “Capital do Granito”, tal é a influência desta rocha na localidade.

Obrigatório ir à parte norte do concelho, rumo a Pedras Salgadas, cuja estância minero- medicinal constitui importante pólo de desenvolvimento turístico.

Toda a natureza circundante é de grande beleza, por entre Serras e cursos de água, esta é uma região plena de história, tranquilidade, património e tradição.

Opinião pública

A verdade é que o ser humano é bastante influenciado pelos mass media, isto porque, somos “bombardeados” diariamente, desde a nossa infância até aos fins da nossa vida. Mesmo na minha vida pessoal e/ou profissional, vejo constantemente isso a acontecer. Eu recordo-me que em miúdo, quando vivia cá em Portugal e ainda não havia televisão em casa dos meus avós era muito sossegado não pedia nada aos meus familiares, mais tarde fui para a Alemanha com os meus pais e aí já era diferente, passava o tempo à frente da televisão, sendo desde muito novo “bombardeado” constantemente com publicidade e ainda por cima perto da época natalícia, para então eu poder chatear os meus pais a pedir-lhes “Quero isto, Quero aquilo”, ou melhor a exigir-lhes. Hoje em dia ainda é muito pior, pois existem mais meios de comunicação como a internet, as revistas para jovens, etc, cada vez mais ferozes para assim poderem atingir os seus fins. Estas novas tecnologias cada vez mais avançadas e mais sofisticadas, levam-nos por vezes a lermos ou ouvirmos as notícias que queremos e não as que são verdadeiras, por vezes utilizando manipulações como por exemplo o Photoshop. Ou então, lendo títulos com letras bem “gordinhas” como este; « Pode perder entre 5 a 9 kg por semana, comendo a quantidade que quiser…», e aqueles anúncios que «oferecem» dinheiro com a maior das facilidades, com um simples telefonema prometem resolver todos os problemas e imediatamente o dinheiro aparece, mas não informam como restituir esse dinheiro, as consequências vêm depois, com juros elevados.
Conclusão os mass media influenciam a opinião de cada um e de todos em geral, infelizmente não há nada a fazer, por um lado, só pensam nos lucros e por outro, a culpa é de todos nós que vivemos numa sociedade super consumista…

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O efeito Doppler nas estradas


Muitas são as utilizações das ondas electromagnéticas e, entre elas, poderíamos citar os radares.
O princípio de funcionamento desses aparelhos é basicamente o mesmo em todos os casos. Emite-se uma onda electromagnética, normalmente de rádio (da ordem de alguns megahertz até alguns milhares de megahertz), que atinge algum objecto, em que é reflectida e recapturada pelo receptor do radar.
Conforme afirmou o físico austríaco Johann Christian Doppler, se a fonte de ondas e o receptor dessas ondas (no nosso caso, objecto reflectindo ondas, e o radar recebendo-as) estiverem a aproximar-se, o receptor perceberá uma frequência maior devido ao movimento da fonte. Porém, se fonte e receptor estiverem  afastando-se, a recepção percebe um decréscimo na frequência.
Um dos radares muito conhecidos por nós é o de sinal contínuo, ou melhor, do tipo Doppler,ou seja os radares de estrada utilizados pela Polícia. O aparelho emite uma frequência de maneira contínua e constante. Se o automóvel em questão estiver em movimento em direcção à fonte, o receptor do radar identificará um aumento na frequência. A diferença entre as frequências emitidas e reflectidas será traduzida pelo descodificador no radar como um valor de velocidade. Esse tipo de radar também funciona quando o móvel se afasta. Novamente o que está em jogo é a diferença entre as frequências de emissão e de recepção.
Fica fácil perceber que, quanto maior a diferença entre os sinais emitidos e recebidos pelo radar, maior será a velocidade do móvel. Digamos que a multa é directamente proporcional a essa diferença. Quanto maior for essa diferença, maior poderá ser a multa por excesso de velocidade.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Oi Maitê, tou brincando com você, mas não é pra ofender você, viu...

Como diz o ditado popular “quem não se sente, não é filho de boa gente”. Não se trata de nacionalismo bacoco mas sim de indignação contra a profunda falta de respeito pela cultura de um povo, pela sua História e pelos seus símbolos nacionais. Maitê Proença só revelou uma tamanha ignorância daquilo que disse em relação aos portugueses não teria achado tão grave se tivesse ficado apenas pelos comentários, mas o acto de ‘cuspir’ foi muito degradante!
Como figura pública jamais poderia ter comportamentos destes!
O que realmente acontece é que sempre houve e sempre haverá preconceito. Sempre que existir ignorância e intolerância existirá preconceito.
O mais importante é perceber-se que na base de qualquer preconceito contra uma cultura, um povo ou uma raça está sempre a ignorância, e a ignorância, tal como a sabedoria, não tem nacionalidade.

“A juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, porém, a estupidez é eterna.” Aristófanes

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A força estranha

 Será que foi um movimento por acaso
Ou será que foi a força,
Exercida pelo professor Hugo
Ao pedir á professora Carmen
Que aplicasse uma força estranha
Para atiçar a nossa veia poética.
Será que esta força estranha
Nos acomoda na inércia,
Ou será que a nossa veia poética
Vai explodir de espanto os professores.
Mas haja vontade e força
Para aplicar este movimento
Que não me sai da cabeça
E seguir o rumo de teclar
E chafurdar banais palavras
Que tenham a ver com inércia.
Mas ao contrário do que por aí se diz e pensa
Este grupo EFAns que não se acomoda
Na absoluta ausência de movimento
Nem se torna escravo da inércia
E é capaz de provocar um atrito sem sair do lugar
Pois isto é a grande sabedoria
Quando algo ou alguém nos aflige.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Sistema rodoviário




"A segurança rodoviária interessa a todos os cidadãos. Todos têm um importante papel a desempenhar para tornar as estradas mais seguras. Não obstante a eficácia das acções já realizadas, na União Europeia o número de vítimas das estradas continua a ser demasiado elevado. O comportamento dos condutores é, reconhecidamente, a primeira causa dos acidentes mortais: velocidade, consumo de álcool ou droga, cansaço, falta de cinto de segurança ou capacete, etc.Este problema tem sido alvo de atenção crescente em toda a UE, tendo sido proposta uma meta ambiciosa: reduzir em 50% o número de vítimas até 2010 em relação a 2001. Para alcançar esta meta, é necessária uma abordagem sistemática."




Vídeo: Perigo - Condução ao Telemóvel

Os poetas - CLC

Lemos e interpretámos várias obras literárias desde o século XVI até ao século XX, entre eles Luís de Camões, Cesário Verde, Fernando Pessoa e Miguel Torga.
Luís de Camões como homem simples, ama a natureza em que todos os elementos combinam num ambiente bucólico.
Para Cesário Verde a cidade era um espaço doentio, enquanto o campo era o oposto. Também retrata a mulher da cidade como um ser frágil e feia, e a mulher do campo como bela e sensual.






Fernando Pessoa dedica a vida a criar outras vidas através dos seus heterónimos, como Alberto Caeiro como o verdadeiro homem da natureza pois, teria vivido quase toda a vida como camponês; Ricardo Reis é descrito como um médico; Alberto Campos foi o único a manifestar fases poéticas diferentes ao longo da sua obra, era um engenheiro de educação inglesa e origem portuguesa.


Miguel Torga formado em medicina, criado nas serras trasmontanas, entre os trabalhadores rurais, assistindo aos ciclos de perpetuação da Natureza, aprendeu o valor de cada homem, como criador e propagador da vida e da Natureza.

Materiais de construção

Os materiais podem ser obtidos directamente da natureza ou do resultado de trabalho industrial. A incorporação de materiais isolantes termo-acústicos é fundamental para conseguir edifícios eficientes energeticamente, mais confortáveis, rentáveis e amigos do ambiente. As placas de PLADUR, é um dos materiais que está a ser muito usado pela qualidade de acabamento, execução rápida e limpa, possibilidade de incorporar materiais isolantes (térmicos e acústicos) na câmara e elevada resistência ao fogo. Outros existem, como, ROOFMATE para coberturas, WALLMATE para paredes e pontes térmicas, FLOORMATE para pavimentos.

Intervenção Social e processo de realojamento em bairros sociais

Consiste em intervir na realidade social através da proposta de soluções integradas e de uma rede de parcerias sólida, de forma a melhorar as condições de vida das comunidades mais fragilizadas. Assim, é fundamental repensar as formas de intervir com estas famílias, sendo que esta transformação terá de se efectuar de modo complementar a diversos níveis: a compreensão do funcionamento e estrutura das famílias, a reformulação das estratégias de intervenção com as famílias e as políticas sociais que organizam os apoios disponíveis. O objectivo é de, repensar a intervenção destas famílias pobres, de modo a ajudá-las a viver uma vida melhor.
Este tipo de processo, visa proporcionar melhores condições habitacionais aos agregados familiares, assim como apoiar as famílias com fracos recursos económicos, tem como objectivo de fixar pessoas, dar vida e travar o processo de desertificação. Mas nem sempre isso se verifica. Há situações de exclusão social. Criam-se bairros sociais que não são mais do que guetos e encaixota-se as pessoas de forma a que se sintam excluídas do mundo em que vivemos. A intervenção social, deve ser permanente.

Espécies migratórias


Aos olhos do ser humano as migrações de animais são imagens belas e impressionantes. Mas para os animais, essas migrações são cruciais para a sobrevivência de suas espécies. Migração é o movimento, em larga escala, de uma espécie animal de um lugar para outro. Geralmente estão associadas a mudanças sazonais de clima e padrões de alimentação, ou padrões de acasalamento e procriação. A motivação central de todas essas diferentes formas de migração é o instinto de sobrevivência. Todos os anos observamos várias espécies de aves a migrarem, tais como, as andorinhas, as cegonhas, etc.
Por seu lado, o homem tem tido ao longo dos tempos várias intervenções alterando e interferido nos processos migratórios dos animais tais como: a poluição, a desflorestação (que modifica os habitats naturais), as guerras… isto tudo vai provocando o aquecimento climático sentido nas florestas tropicais e obrigando à migração de diversas espécies animais e vegetais. A conclusão surge num artigo publicado na revista Science, depois de investigadores de universidades norte-americanas terem recolhido dados de cerca de duas mil espécies de plantas e insectos.
De acordo com os investigadores, a temperatura média nas zonas de clima tropical aumentou mais de 0,75 graus Celcius desde 1975. Observaram ainda que cerca de metade vivia em zonas muitos estreitas em termos de altitude, e que o aumento das temperaturas causado pelo aquecimento global está a obrigar a estas espécies a adaptarem-se a um novo clima. Uma situação que pode por em risco a sua sobrevivência.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O TGV Portugês

O mundo sem a evolução da tecnologia nos transportes e mobilidade que hoje dispomos, seria praticamente impossível deslocar-nos com a rapidez e a comunidade desejada, podemos morar em Vila Pouca de Aguiar e trabalharmos no Porto ou em Espanha. Muitos portugueses deslocam-se para Espanha para irem trabalhar na construção civil, na agricultura e inclusive em escritórios, tudo graças à boa rede de estradas e auto-estradas que dispomos. Mas felizmente, os nossos “queridos” governantes ainda quer apostar mais nas nossas redes ferroviárias com a construção da linha para o TGV e um novo aeroporto. Isto tudo porque eles preocupam-se com nosso bem estar e comunidade.

Portugueses emigram

Os portugueses emigram para fugirem à miséria e falta de trabalho que existia nos campos e que as cidades não conseguem absorver. Nas regiões, como o Douro, Minho, as ilhas da Madeira e Açores, onde é mais notório o excesso de mão-de-obra, a emigração surge como o recurso por excelência para resolver a falta de trabalho na agricultura e pescas.
Muitos milhares foram forçados, para sobreviverem a espalharem-se por todo o mundo. No século XX, as perseguições políticas que ocorreram entre 1926 e 1974, a que se juntou entre 1961-1974 a fuga de centenas de milhares de jovens ao serviço militar ajudaram a engrossar este caudal emigratório.
Na Europa, esta alteração só ocorreu nos países mais industrializados após a 2ª. Guerra Mundial (1939-1945). Devastados pela guerra a partir de meados dos anos 50 registam permanentes necessidades de mão-de-obra estrangeira.
Contudo, os países mais industrializados da Europa, EUA, Canadá ou a Austrália que recorrem até aos anos 70/80 do século XX à mão-de-obra dos países europeus menos industrializados (Itália, Espanha, Portugal, Grécia, etc), à medida que estes se desenvolveram deixaram de ser exportadores de mão-de-obra e passaram a ter também necessidades de mão-de-obra estrangeira e em vez de sair da Europa para o resto do mundo, passou a vir do resto do mundo para a Europa.

O porquê da migração?


Os motivos que levam os migrantes a deslocarem-se podem ser de ordem natural (ocorrência de catástrofes naturais como sismos, vulcões, inundações ou secas prolongadas), económica (taxas de desemprego elevadas e trabalhos mal remunerados), política (a inexistência de liberdade e a repressão de regimes políticos), religiosa (perseguição religiosa), étnica (rivalidades étnicas que são frequentemente expulsas dos locais onde habitam), etc.